Na sua última Sessão de 2009, o Clube de Jazz do Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) passa em revista o ano de 2009 em termos jazzísticos: discos nacionais e internacionais, reedições, concertos, etc. exortando todos os participantes a trazerem as suas próprias listas.
A Sessão decorrerá ao som de canções clássicas interpretadas por nomes importantes do jazz.
Como objectivo central está reunir os apreciadores do jazz e contribuir para a troca de conhecimentos e experiências sobre estas temáticas.
António Branco
Número 27 da jazz.pt já disponível
Já está disponível o n.º 27 (Novembro/Dezembro 2009) da revista Jazz.pt, a única revista portuguesa de jazz e a publicação regular sobre jazz em Portugal com maior longevidade.
A Jazz.pt é propriedade do JACC – Jazz Ao Centro Clube (com sede em Coimbra), tem como Director Pedro Rocha Santos e como Editor Rui Eduardo Paes. O grafismo está a cargo do atelier Ideia Ilimitada.
Neste número, destaque para um dossier especial onde é feito um balanço dos principais festivais de Verão, que tiveram lugar um pouco por todo o País e não só: festival jazz.pt, Jazz em Agosto, Clean Feed Fest NY IV, Estoril Jazz, Jazz no Parque, Sines em Jazz, Lagos Jazz, Festival de Jazz de Albufeira, Portugal Jazz, entre outros.
Especial atenção também para as entrevistas com o saxofonista Branford Marsalis e com a pianista Ana Paula Sousa.
Publica-se um Perfil da jovem trompetista Susana Santos Silva e um “blindfold test” ao trombonista Luís Vicente. Espaço ainda para as habituais rubricas “Carne Viva”, “New York Is Now”, “Jazz Bridges”, “A Estante do Miguel” e “Ponto de Escuta” (crítica de discos), entre outros motivos de interesse.
O preço de capa da revista é de € 5,00. A assinatura da revista pode ser efectuada enviando um e-mail para:
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. O site da revista é www.jazz.pt.
António Branco
Sessão Aberta 3
SESSÃO ABERTA 3
CRBA (Beja), Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro
26 de Novembro de 2009, 21h30
Dando continuidade às actividades do seu Clube de Jazz, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) organiza mais uma Sessão Aberta.
Nestas Sessões Abertas, os participantes no Clube são convidados a partilhar – ao jeito de tertúlia – a sua própria selecção de discos, DVD´s, livros ou outro material relacionado com o jazz.
Como objecto central, está reunir os apreciadores do jazz e contribuir para a troca de conhecimentos e experiências sobre estas temáticas.
António Branco
Sessão Aberta 2
SESSÃO ABERTA 2
CRBA (Beja), Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro
29 de Outubro de 2009, 21h30
Dando continuidade às actividades do seu Clube de Jazz, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) organiza mais uma Sessão Aberta.
Nestas Sessões Abertas, os participantes no Clube são convidados a partilhar – ao jeito de tertúlia – a sua própria selecção de discos, DVD´s, livros ou outro material relacionado com o jazz.
Como objecto central, está reunir os apreciadores do jazz e contribuir para a troca de conhecimentos e experiências sobre estas temáticas.
António Branco
Ciclo "Vidas de Jazz" - Billie Holiday
CICLO “VIDAS DE JAZZ”
Auditório Prof.ª Ernestina Pinheiro; CRBA (Beja)
15 de Outubro de 2009; 21h30
BILLIE HOLIDAY – A VOZ DA ALMA
Passado o Verão, são retomadas as actividades do Clube de Jazz do Conservatório Regional do Baixo Alentejo. A primeira sessão insere-se num Ciclo intitulado “Vidas de Jazz” – dedicado a abordar a vida e obra das principais figuras da história do jazz – e evocará os 50 anos da morte da cantora Billie Holiday (1915-1959).
Diz-se que Thelonious Monk tinha uma fotografia de Billie Holliday pendurada no tecto sobre o seu piano. Ainda hoje, cinquenta anos volvidos após a sua morte, Billie Holiday continua a ostentar o título de maior cantora de jazz de sempre, sobretudo pela especialíssima forma de cantar, com uma voz etérea e sensual, mas levemente rouca, uma dicção sofrida e um fraseado inigualavelmente intenso.
Em 1929, Holiday mudou-se para Nova Iorque com a mãe. Nesse ano rebentava em Wall Street a Grande Depressão.Cantou em clubes e viu-se obrigada a prostituir-se para fazer face às dificuldades. A consagração definitiva só chegaria mais tarde, por via das suas lendárias apresentações com as orquestras de Duke Ellington, Count Basie e Artie Shaw.
A sensibilidade e a emoção que colocava na forma profunda como cantava, aproximaram-na da abordagem desenvolvida no saxofone tenor por Lester Young. O resultado está consubstanciado em algumas das mais sublimes gravações da história do jazz.
Apesar do sucesso que conseguiu granjear, Billie Holiday viu-se, a partir de 1940, completamente enredada pelos vícios do álcool e das drogas, facto que marcaria indelevelmente a sua carreira. Se é certo que a partir do início da década de 50 a sua voz começou a perder qualidades, não é menos verdade que é precisamente nessa fase, quando os problemas se intensificaram, que a intensidade emocional e o dramatismo das suas interpretações alcançam uma expressão inigualável...